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Visagismo e Tricologia, Saúde e Beleza: Um só Caminho

Lançamento do livro Ativos Dermatológicos

Sandra Rojas Urquizas Moita

Adriana Teixeira dos Reis Bertolletti

O mercado de beleza se apresenta de forma expressiva no cenário mundial. Segundo dados da ABIHPEC, em seu Anuário 2015, o Brasil segue como terceiro mercado consumidor do mundo, atrás apenas de Estados Unidos e China, se distanciando cada vez mais do Japão, que ocupa a quarta posição. A indústria brasileira representa 9,4% do consumo mundial de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosmético, ocupando 53% do mercado latino-americano. 1 Segundo dados da Euromonitor Internacional em 2014 foram gastos com serviços de beleza no Brasil, um valor aproximado de 20 bilhões de reais. Atualmente existem 550.000 salões registrados, onde 4.6 milhões de profissionais atuam. 2 Surgem neste cenário, movimentos de busca de formação profissional e serviços diferenciados com foco de atendimento de excelência ao cliente, adquirindo fidelização, e soluções das necessidades do estilo de vida atual.

A importância do cabelo é retratada em infinitas histórias, demonstra o importante valor na leitura de imagem pessoal, e nos marcos sociais e religiosos da humanidade; o cabelo é parte do corpo que mais passou por mudanças culturais. A literatura descreve que o cabelo deixa valiosas pistas do contexto de cada sociedade em diferentes partes do mundo e diferentes épocas. Penteados, acessórios e constituição de fios, contam histórias e revelam um retrato instantâneo em cada momento de vida da humanidade através dos tempos. Na antiga cultura chinesa, existia um penteado especial para que as moças se apresentassem aos pretendentes. De forma nada agradável, algumas proibições, castigos e estigmas, fazem parte da história dos cabelos; o escalpo como troféu de guerra e raspar os cabelos dos escravos em navios negreiros, retratando um estigma de inferioridade. No âmbito da religião, na Idade Média, a mulher com cabelo solto, como o próprio nome sugere, diferencia as mulheres solteiras, e por vezes pecadoras ou adulteras. Através de Sansão, onde nas sete tranças representam força divina e poder masculino enquanto os cabelos de Dalila sustentavam uma imagem de sedução e fertilidade; o clássico bíblico descreve símbolos associados aos cabelos.³

Observar o comportamento da sociedade atual confirma o que a os fatos da história contam: os ambientes de salão de beleza feminino e as barbearias masculinas são verdadeiros espaços de relações humanas. Frequentar estes espaços, até os dias de hoje, revelam hábitos culturais dos indivíduos. Durante o século XX, fatores sociais e econômicos alteram hábitos da indústria e de consumidores; com a expansão de sistema de infraestrutura pública, favoreceu um despontar de uma forte indústria cosmética, que até os dias de hoje estão em franca evolução, desenvolvendo produtos cada vez mais específicos com ingredientes que surgem a todo instante.³

Aprender a linguagem da química cosmética é uma nova necessidade do profissional de beleza. Buscar a ciência, a química e tecnologia, onde a ciência significa conhecimento, a química estuda a matéria e suas mudanças, e a tecnologia é a aplicação do conhecimento cientifico para manipular a natureza; estas direções orientam o estudo profissional. 4 Hoje pensamos ciência, conscientizamo-nos que somos humanos tratando humanos, aplicamos técnicas e tecnologia de equipamentos e produtos para um resultado surpreendente no universo da beleza e da saúde. Os profissionais utilizam ferramentas físicas (secadores e outros equipamentos térmicos) e ferramentas químicas (cosméticos), que possibilitam alterações na haste capilar. Com este fato o fenômeno de causa e efeito, justifica que nada ocorre por acaso, e observar os resultados é um modo avançado de pesquisa e evolução. 5 Cabe ao profissional de beleza cuidar dos clientes com um olhar especial para beleza, saúde e bem estar. Assim, vivemos a era do Visagismo e da Tricologia e podemos afirmar que nunca a imagem pessoal se mostrou tão valorizada e necessária para a realidade do século XXI.

Apesar do cuidado com a imagem pessoal ser antigo, ao definir que a autoimagem é a essência da personalidade e do comportamento, o autor Maxwell Maltz afirma que ao mudar a autoimagem, a personalidade e o comportamento, serão transformados. 6 Alguns autores citam também o termo “capital cultural”, o qual qualidades humanas, econômicas e sociais valoram o indivíduo. A cultura se define como um pensamento elegante e reflete nossa conduta. 7 Vale salientar que se ouve falar em Visagismo desde 1936, na França, onde Fernand Aubry criou o termo ‘visagisme’. A palavra ‘ visage’ significa rosto em francês e o sufixo ‘isme’, sugere que seja praticado como um conceito e não meramente uma repetição técnica. 8

Para aplicar de forma plena o conceito do Visagismo, devemos considerar a necessidade de estudar e compreender o mecanismo de funcionamento da linguagem cerebral para leitura de imagens. O cérebro e a neurociência tornam-se a chave para compreensão das sensações percebidas e ao vermos uma imagem, o cérebro comanda os sentidos, que codifica mensagens neuronais e transformam em comportamentos e ações. 9 Vale ainda, mencionar uma fato para elevar o nível da importância da ciência não só para o contexto do Visagismo, da Tricologia e também de nossas vidas. Nós podemos considerar, que a explosão do Big Bang, algo de 15 bilhões de anos, originou maratonas científicas para buscar explicações sobre nossa existência e nossa consciência, para dar significado de tudo ao nosso redor neste universo. Uma possibilidade de sugerir nascimento simbólico da ciência para este fato. 9

O Visagismo personaliza ao invés de massificar uma imagem. Este profissional tem como objetivo principal, com harmonia estética, exaltar as qualidades do indivíduo e revelar uma imagem pessoal. 10 Os conceitos iniciais do Visagismo compreendem estudar, conhecer e interpretar linhas, formas e cores. Ao atuar sob o princípio de que a função define a forma, onde função é definida como estilo de vida e a forma é a imagem das pessoas, o conjunto rosto e corpo, causam sensações e transmitem mensagens ao interlocutor, o rosto é a identidade de uma pessoa. 10 O Visagismo traz o conceito da necessidade de conhecimentos multidisciplinares, que serão ferramentas para analisar as necessidades, preferencias, estilo de vida e características físicas do indivíduo. Não importa ser alto ou baixo, magro ou gordo, idade ou condição social, a imagem pessoal como um todo precisa se apresentar de forma harmoniosa. 7

O autor Philip Hallawell, um estudioso em Visagismo, relata a importância do conhecimento da ciência e da arte; uma das evidências que confirma esta importância é apresentar um prêmio Nobel, em 1970 que destaca o estudo sobre os hemisférios cerebrais interligados. Mas estes hemisférios apreendem informações de formas distintas. Enquanto o hemisfério esquerdo usa um processo lógico, linear e racional, o hemisfério direito usa um processo analógico, intuitivo e holístico. Estudos descrevem que a primeira impressão sobre o que uma pessoa causa no interlocutor é forte e duradoura. Reafirma que a mudança no visual tem influência direta na autoestima. Para a atuação profissional a imagem tem um valor de mercado e desponta como protagonista, pois somos representantes visuais de nossas carreiras. A História relata que desde o século VI a.C., desenvolvida pelos gregos, a Matemática e a Ciência foram ferramentas para criação de imagens proporcionais, com perspectiva de volume, movimento, luz e sombra. Esta harmonia estética acontece até os dias de hoje, portanto a linguagem visual é científica e não criada aleatoriamente. 10

Durante os anos 60, ocorre o início de um movimento, que é explícito nos dias de hoje, onde o comportamento feminino passou por mudanças de papéis na sociedade. Enquanto surge um homem mais sensível, a mulher deixa a submissão limitada à família a ao lar e tem atuação de destaque no mercado de trabalho. 10 É um fato, que o índice de Alopecia Androgenética em mulheres, passa nesta década, por um aumento realmente expressivo. Este foi um fator relevante, contribuiu para diferenciar radicalmente o que é o conceito do Belo, e a ciência da matemática, é um conceito que também pode ser observado no relato de 2008, no renomado jornal ‘The New York Times’, que publica uma pesquisa: ‘ algoritmo da beleza’, onde se consideravam belas, as pessoas com resultado de medidas faciais simétricos ou idênticos. 7 Philip Hallawell, fala amplamente sobre as proporções faciais, a importância do conhecimento da geometria e anatomia da cabeça. Conhecer as proporções áureas permite conhecer ‘campos de visão’ do rosto, onde ao primeiro olhar podemos identificar o rosto dividido em três porções horizontais as quais reconhecemos o terço da razão, da emoção e da intuição. Harmonizar cortes de cabelo em relação às proporções áureas resultará em uma imagem harmoniosa. 8

Além das medições e proporções serem fundamentais para aplicação do Visagismo, dois outros importantes fundamentos deve ser compreendidos e aplicados: a luz e a cor. Estilos de imagem podem ser classificados em naturais, românticos, clássicos ou dramáticos. O cérebro percebe que o excesso de contrastes quebra a harmonia e a ausência de contrastes gera falta de intereresse. O profissional deve estar atento para atuação conjunta com uma equipe multidisciplinar. Alinhado em cumplicidade, confidência e ética, além de profissionais de beleza, a odontologia estética, a nutrição e diversos profissionais farão parte da revelação de uma nova imagem. O trabalho do profissional de beleza tem importância singular no mundo contemporâneo, é condutor e facilitador do encontro entre a imagem interior e exterior do indivíduo. 11

As diferentes formações destes profissionais são encontradas em todo o mundo. Universidades atuam com pioneirismo e formação acadêmica de excelência, ministram conhecimentos teóricos e práticos, envolvendo fundamentação biológica, técnicas globalizadas em construção e harmonia de imagem; as instituições internacionais e nacionais permanecem em franca evolução. Para o cenário da tricologia é importante destacar na Austrália, a IAT (International Association of Thricology) como instituição pioneira em formação educacional; a Inglaterra, Espanha e Itália, são locais em que o tricologista é um profissional procurado para soluções de diversas patologias, entre as mais comuns: a queda capilar, disfunções sebáceas, patologias de couro cabeludo, danos e disfunções da haste capilar, que graças ao uso intenso de cosméticos no estilo de vida atual apresenta desgastes aos extremos. 12 Capacitação é a palavra de ordem com dedicação, disciplina, seriedade e profissionalismo.

A autora, Jane Campsie afirma que a saúde interior afeta a beleza exterior, e sugere que adote um regime nutricional purificador em nosso estilo de vida, para melhorar o seu aspecto e modo como se sente. 14 Basta lembrar que beleza e saúde caminham juntos. Não adianta parecer bem se não está bem. A preocupação com a saúde do couro cabeludo e da haste capilar faz parte da consultoria visagista, e integral um estudo minucioso e personalizado ao cliente. A tricologia se preocupa e trata estas questões.

O termo tricologia deriva de: ‘thricos’ (cabelo) e ‘logos’ (estudo); é a ciência que estuda a fisiopatologia do couro cabeludo e haste capilar. 15 O profissional tricologista exerce suas funções em salões de beleza, clinicas de estética e consultórios dermatológicos.

Com início na Inglaterra, em 1902, ainda hoje é uma ciência pouco explorada, mas essencial na qualidade de vida humana. A tricologia considera duas diferentes atuações: os profissionais tricologistas médicos e não médicos. São os limites de atuação que diferenciam estes profissionais, enquanto o profissional ‘não médico’, identifica, trata e controla algumas patologias, que são tratadas com recursos cosméticos, equipamentos eletroterápicos e recursos manuais; estes, não são habilitados a prescrever medicações tópicas ou orais. Enquanto o médico tricologista, identifica, trata, prescreve, utiliza processos invasivos na conduta terapêutica e ministra recursos de atuação sistêmica. 16

A Tricologia se realiza como uma alquimia personalizada, onde cada ser é individual e recebe um tratamento único. Cuida da beleza, envolve saúde e promove homeostase. Os benefícios das terapias capilares são percebidos e comprovados no aspecto fisiológico, estimulando ‘bons’ hormônios em nosso organismo.

Descrevendo a genética, o autor David Salinger cita que a fase de crescimento de um cabelo, é mais longa do que a fase de crescimento do pelo do corpo. Para o sistema capilar, a fase anágena (fase de crescimento) é afetada, os cabelos ficam mais finos, mais curtos e o tempo de duração desta fase, fica cada vez mais curto, dificultando reposição padrão da densidade capilar e caracterizando a Alopecia Androgenética, que afeta homens e mulheres 12 . A autora Eliane Guimarães Pyhn relata, sobre as influências hormonais relacionadas nessas patologias e vale considerar neste cenário que a autoestima é um fato de extrema importância e relevância. Existe ligação direta com hormônios androgênicos, os leucócitos que causam inflamação perifolicular e atinge as células tronco foliculares, localizadas abaixo da glândula sebácea, o reinicio de novos ciclos está comprometido. 13

Influências hormonais e estilo de vida são gatilhos para alta produção de cortisol, que no processo das alopecias e disfunções capilares, é causa primordial de quedas de cabelo, e o estresse aparece também como fator desencadeador do aumento da produção de radicais livres. Transitam também como fatores locais, das patologias, as micoses de couro cabeludo e fatores sistêmicos, assim como o fator etário influencia na diminuição da atividade de renovação capilar. O estresse é sem dúvidas o maior vilão de nossa saúde, e afeta de forma direta nossa imagem de beleza. O cortisol é um hormônio diretamente associado ao estado de stress, produzido pelas glândulas adrenais, faz parte do grupo de hormônios conhecidos como esteroides. Seu pico de produção está entre oito horas da manhã e quatro horas da tarde, são secretados na corrente sanguínea. A ação deste hormônio nos folículos pilosos é de alto impacto, reduzindo a taxa proliferativa das células na raiz dos cabelos, fazendo com que cresçam menos, aumentam a inflamação neurológica, aumentem o sinal de fator de crescimento pró apoptótico, por consequência a morte programada das células se precipita e também diminui o privilégio imunológico. 17 É devastador a ação do estresse em nosso organismo, por isso estabelecer um campo de atuação mais ampla do terapeuta capilar em conjunto com o profissional médico dermatologista é uma prática promissora.

Ainda, Eliane G. Phyn afirma ser importante gerenciar o mecanismo de funcionamento das células, que se comunicam umas com as outras, por meio de substâncias chamadas mediadores químicos e ao qualquer sinal emitido por uma célula para o resto do corpo, dispara um sinal neurológico, que por sua vez estimulará uma contração muscular ou batimentos cardíacos e resultará em liberação de hormônios. Por meio da circulação, diversos órgãos serão atingidos e por mais ínfima que seja a quantidade dos poderosos hormônios, causarão grandes efeitos. A homeostase é ponto de equilíbrio almejado nas disfunções capilares de viés sistêmico, mas os aspectos físicos, emocionais e psíquicos são de alta relevância e os estudos ganham avanços na compreensão do sistema nervoso, conexões neuroendócrinas e o intercâmbio neuropsíquico. 13

O mundo, nosso comportamento, nossas necessidade e ansiedades mudaram. A velocidade de informações e estímulos apontam um novo cenário e a neurociência ‘e uma plataforma para explicar os incríveis resultados positivos das atuações em terapia capilar, estabelecendo um impacto positivo na construção de harmoniosa imagem pessoal.

A visibilidade e importância da beleza no âmbito mundial aparecem em destaque na mídia e na movimentação sócio econômica. O crescente formato da formação profissional tem destaque para o tema capilar na ciência universal. O mundo pesquisa cabelo, cientistas, pesquisadores e indústrias mundiais. Extensos estudos de mercado de beleza conduzem consultores de negócios a sugerir atenção especial para o mercado de beleza e consumidor atual. Uma recepção técnica como ferramenta atual e futura para atender à exigência do consumidor moderno que busca soluções, se torna fundamental. Perceber a necessidade de um acolhimento diferenciado, privacidade, diagnóstico, exposição de planejamento para condutas terapêuticas e resultados somam características do profissional capacitado para esse desempenho. 18

Recebemos a todo o momento estímulos e informações, que são captados por nossos sentidos e em forma conjunta são processadas. Considerar aspectos sensoriais do profissional e do cliente é fator número um. Reavaliar os ‘equipamentos natos’ profissionais (são eles: os cinco sentidos - visão, olfato, paladar, audição e tato), reavaliar objetivos, responder quem somos e para qual objetivo queremos atingir, ‘e uma necessidade. Neste novo mercado, é preciso ser competente, e a comunicação é mandatória. 19

Para que ocorra uma perfeita interação e aplicação dos conceitos da à imagem e saúde, a comunicação é essencial para atingir êxito. O cliente cria uma relação de expectativa e confiança ao estabelecer uma experiência com o profissional Visagista e Terapeuta Capilar.

Encontramos a comunicação comandando toda esta interdisciplinaridade e o relacionamento humano. Segundo o presidente do CIDESCO seção Itália Andrea Bovero, a comunicação apresenta como chaves para o sucesso, três fatores: a capacidade de escutar a informação, denominada inteligência sensorial, a capacidade de reagir perante a informação, denominada inteligência emocional e a capacidade de gerir estas informações, a inteligência racional. Ele define e resume que amor, paixão e controle, são os três ânimos da comunicação, o qual a imagem se relaciona com identidade e coerência. A imagem é o que é visto e percebido, uma projeção ao externo que possibilita o interlocutor interpretar alguns traços de personalidade. A identidade de forma consciente e inconsciente criam percepções a partir da imagem e representam nosso valor. A coerência é um ponto de equilíbrio e de encontro em que se cria uma interpretação de nossa reputação e se faz necessário convencer, atrair e persuadir através de imagem e comunicação. 20

Os temas visagismo e terapia capilar são, de forma crescente, objetos de trabalhos científicos. Nos últimos anos estes conceitos se fortalecem e se tornam mais conhecidos. Com foco na autoestima, onde cada indivíduo tem uma percepção sobre si mesmo, um trabalho estudou a influencia do visagismo e da maquiagem em um determinado grupo de adolescentes; comprovou através de aplicação de questionário qualificado, que os cuidados estéticos e apresentação de conceitos de Visagismo e maquiagem produziram uma melhora na autoestima. Antes uma baixa estima associada a uma autoimagem negativa, agora uma melhor qualidade de vida proporcionada por estudos e orientações destes conceitos. 21

As ciências humanas culminam em unir de forma seletiva as informações oferecidas por esta era dinâmica e evolutiva. Sucesso é identificar as necessidades do indivíduo de forma personalizada, surpreendê-la com um conhecimento específico e entregar um resultado único.

Referências Bibliográficas

1. ABIHPEC - Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosmético. [homepage na internet] Anuário Abihpec 2015 [acesso em 18 de Mar 2016]. Disponível em: https://www.abihpec.org.br/2015/12/anuario-abihpec- 2015/

2. E-Commerce News [homepage na interne]. O crescimento do mercado de beleza no brasil. [acesso em 18 de Mar 2016]. Disponível em: http://ecommercenews.com.br/noticias/balancos/o-crescimento- do-mercado- de-beleza- no-brasil/

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11. ROMANO, A. A construção da imagem pessoal. São Paulo: Lexia; 2011

12. SALINGER, D. Manual da queda capilar. São Paulo: Caeci; 2015

13. PYHN,E. O hormônio nosso de cada dia. São Paulo: Senac; 2011

14. CAMPSIE, J. Saúde e beleza. Alemanha: Murdoch books; 1997

15. HALLAL,J. Tricologia e a química cosmética capilar.São Paulo: Cengage; 2011

16. LEITE JUNIOR, A. Como vencer a queda capilar. São Paulo: Caeci; 2012

17. LEITE JUNIOR, A. Queda capilar e a ciência dos cabelos. São Paulo:Caeci; 2013

18. DANIEL,J. A reinvenção dos salões de beleza. Curitiba:2009(reimpressão 2013)

19. FUZZ,R. Criadores de imagem: construindo um cabeleireiro de sucesso – reflexões e práticas. Florianópolis: 2009

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21. BRUM,S et al . Influencia do visagismo e da maquiagem na autoestima de adolescentes institucionalizadas. In: Revista Interdisciplinar de Estudos em Saude, 2(2),11-24

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